Quanta fealdade

Como tem gente que gosta de ditar o que os outros devem fazer. Nada mais deselegante. Eu nunca lí um livro de auto-ajuda em minha vida. Nunca. Sou o tipo de pessoa que julga, sim, o livro pela capa e, mais, pelo autor. Se percebo algo tentando conduzir minha vida de algum outro modo que não seja o meu, dou-lhe as costas. Há quem me chame chato. Não ligo. Acabo de ler sobre o lançamento de Nunca se Case Antes dos 30, de Heverton Anunciação:

“Herveton chegou a essa conclusão depois de analisar dados estatísticos e entrevistar diversas pessoas em 24 metrópoles mundiais. “Sempre quis entender o amor, a família e quero passar isso para as outras pessoas”(…)”

E me pergunto: as pessoas não deveriam viver a sua vida do modo como acham melhor? No entanto – reflito – talvez há quem ache agradável viver d’acordo com livros de auto-ajuda. E eu só posso dizer “que pena”. Não se pode fazer muito a respeito. Quanto a mim, declaro, resoluto, jamais escrever um livro desses.

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12 comments so far

  1. Luiz Aquino on

    uai… se a pessoa quer viver conforme os livros de auto-ajuda não deixa de ser uma opção pessoal… a opção de não ter opção…

  2. Lia Winter on

    é realmente um abusrdo esses livros de auto-ajuda. Deus me livre deles, sempre! rs

  3. Fernando Carvalho on

    existe gosto pra tudo nesse mindo.

  4. Rachel on

    Olá Ed! Gostei muito disso aqui. Eu sempre falei mal de livros de auto-ajuda até me deparar com os do Augusto Cury. Já li dois livros dele e achei muito bons. Concordo com o Luiz Aquino, viver conforme esses livros não deixa de ser uma opção. Porém não a minha opção. Gosto de ler tudo, entender sobre tudo e a máxima que procuro seguir é: “Ouvi, pois, tudo e retém o que é bom”. Acho que nada nessa vida é tão insignificante que não possamos extrair boas lições, tudo depende do ponto de vista e da predisposição.

    Abraço…

  5. Ítalo de Paula Pinto on

    Você está coberto de razão. Também detesto ver as pessoas dando “pitaco” na vida dos outros. Quero viver, também, minha vida junto da minha família sem ter de dar ouvidos a este tipo de coisas.

    abraços …

  6. Hermenauta on

    Não seriam todos os livros de hétero-ajuda?

    (exceto para o seu próprio autor, é claro, e sua conta bancária) 🙂

  7. Francine on

    Também acho tudo isso. 🙂

  8. isabela on

    livros de auto-ajuda é treco de top 10 da veja. é a pior coisa , simplesmente . ou pior coisa não, já que é um porre pessoas pensando que mandam em nossas vidas…

  9. Veridiana Serpa on

    vai ver que o cara não arranjou ninguém para casar, chegou nos 30 e veio com esse kô cheio de estatísticas …hehehehehe

  10. kkkarol on

    Fora uns treinamentos po aí… onde dizem que vc deve fazer isto ou aquilo… e no final? Pufff……….

  11. heverton on

    primeiramente, o meu livro nao é auto-ajuda.
    é um trabalho serio de 8 anos em 24 paises para salvar a familia, que constatou que o maior indice de separacao acontece com quem se casou antes dos 30… é fato, e nao ficção

  12. Natália on

    Amor
    Eu já li, não tenho nenhum preconceito quanto à livros de auto-ajuda. Quando alguém opta por ler um livro assim não significa que ela vai seguir, ou vai se basear no que está escrito para conduzir sua vida. É questão de senso.

    Beijos
    Estrelinha


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