(ex)perimentalismo

Parou no topo do morro e inspirou o ar que achava puro, num momento de íntima paz que raramente se tem num dia dos dias de hoje, e disse que para si mesmo que seria feliz, mas que não o seria exatamente naquele momento porque a felicidade é coisa que afasta a inspiração, e isso ele aprendeu com o poeta que leu. Quis olhar estrelas, mas era dia e só o que via era o sol queimando a feia  paisagem que se podia ver alí, daquele monte sujo mas romanticamente amarelado.

4 comentários até agora

  1. dr. k on

    É por isso que eu só me levanto no topo de muros.

    Ei, qual é o truque pra pôr o last.fm aí?

  2. tina oiticica on

    Espero que a paisagem feia não tenha acabado com os sentimentos de felicidade do carinha. Ora, direis? Contar estrelas?

  3. Observador on

    Você tem potencial, escreve bem.
    Mas acho que você/ou quem tenha escrito deveria usar menos a palavra “que”. Contei umas nove nesse testículo.
    Boa sorte.

  4. Edson Junior Lain on

    Oh, observei, observador.


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